domingo, 14 de junho de 2009

ESPETÁCULO LAVANDO A ROUPA SUJA - 2008 a 2010

Espetáculo Lavando a Roupa Suja 

Grupo Trapos e Cia 

Apresenta o ator Antônio Soares


CAIXA CULTURAL SALVADOR - 2010



Direção Kleber Sobrinho
Cenário Edy Ribeiro 
Participação especial  Denise Correia e José Maia
Direção de Produção Solange Simões
Equipe  de Produção Paulo Nery e Silvia Simone

O espetáculo Lavando a roupa suja realiza curta temporada na Caixa Cultural (Carlos Gomes), dias 05, 06, 07 de março, às 20 horas, com entrada franca. A montagem do Grupo Trapos e Cia, sob direção de Kleber Sobrinho, apresenta Antônio Soares (Barrela, e Uma mulher vestida de sol) na pele da lavadeira analfabeta Raimunda do Espírito Santo.

De maneira humorada e satírica, a personagem abre o verbo e dialoga com o público sobre os inúmeros problemas enfrentados como agressões, discriminação e o machismo. “A violência contra a mulher, principalmente contra a mulher negra, continua forte. E o teatro também tem a função de abordar essas questões”, explica Soares que também assina o texto. Ele explica que Raimunda não entende a mulher como sexo frágil, por isso, através da luta diária busca transformar a realidade opressora.

A lavadeira adquiriu essa consciência através de sua patroa, uma mulher culta, que lhe relata histórias das brasileiras transgressoras que romperam com as convenções sociais como Xica da Silva, Maria Quitéria e Chiquinha Gonzaga; as que devotaram a vida para realizar o bem, a exemplo de Irmã Dulce e Mãe Menininha do Gantois; e estudou a história de Maria da Penha, que venceu a violência doméstica ao enfrentar o seu agressor e fez história ao lutar pela lei que leva o nome dela.

Ao escrever Lavando a roupa suja, Soares se inspirou na história de Dona Margarida, moradora do subúrbio de Salvador que teve nove filhos e venceu as dificuldades das trabalhadoras do mercado informal e conseguiu dar formação a todos. “Essa força feminina reverbera em mim por vias artísticas através do teatro e da poesia”, afirma Soares.

Para compor a personagem, o ator visitou os bairros populares da cidade com a finalidade de ouvir histórias, observar a maneira de falar e de se expressar de mulheres com perfis parecidos com o de Dona Margarida, assim, trouxe para o palco uma personagem com linguagem popular calcada nas vivências de muitas mulheres.
Para criar uma atmosfera lírica diante de tantas denúncias, a peça traz músicas populares nacionais que tratam do universo feminino, interpretadas ao vivo por Denise Correia (Pedaço de mim e Zona Contaminada) acompanhada por José Maia na percussão e nos instrumentos de corda e sopro. E como diz Luiz Melodia: Uma mulher não deve vacilar.

Censura: 14 anos
Data(s): 05 a 07/03
Horário: Sex a Dom, 20:00
Local: Conjunto Cultural da Caixa
Valor: ingressos trocados por 1 kg de alimento a partir das 13 horas do dia do espetáculo, na bilheteria
http://www.tribunadabahia.com.br/2010/02/27/teatro--lavando-a-roupa-suja


http://www.salvadornoticias.com/2010/03/teatro-lavando-roupa-suja.html

Teatro Sesi  Rio Vermelho 

Lavando Roupa Suja está de volta

A Tarde On Line

A montagem Lavando a Roupa Suja está em cartaz no Teatro do Sesi - Foto: Luzi Santana | DivulgaçãoO espetáculo Lavando Roupa Suja volta a cartaz, nesta terça, 10, e no próximo dia 17, às 21 horas. Só que, desta vez, no Teatro Sesi do Rio Vermelho. A peça, cômico-popular, do diretor Kleber Sobrinho, é uma montagem do Grupo Trapos e Cia. e dá ênfase à crítica social, além de abordar aspectos globais relacionados ao universo da mulher. Foca ainda na cultura imaterial do povo baiano, como o sincretismo religioso, representado pela devoção da protagonista Raimunda do Espírito Santo (papel vivido por Antônio Soares) a  Santa Bárbara.
http://atarde.uol.com.br/cultura/noticias/1092987-lavando-roupa-suja-esta-de-volta
http://solangesimoes.blogspot.com.br/2013/04/lavando-roupa-suja-2008-2010.html

TEATRO GAMBOA NOVA - 2008

www.youtube.com/watch?v=3iBijGmx3L0




Com texto e atuação de Antonio Soares. Direção Kleber Sobrinho. O  espetáculo dialoga com diversos níveis de públicos sobre a problemática da MULHER. Permeada por poesias de Castro Alves e canções das verdadeiras pérolas da MPB, que tratam do universo feminino, na voz de Denise Correia, que é acompanhada por José Maia (instrumentos de corda, sopro e percussão), a peça relata histórias de mulheres guerreiras como: Maria da Penha, Chica da Silva, Maria Bonita, Maria Quitéria, Leila Diniz, Chiquinha Gonzaga, Irmã Dulce, Mãe Menininha, entre outras que desafiaram o importante papel das mulheres na sociedade brasileira.




A concepção cênica utiliza à dinâmica do sistema brechtiano, com o jogo do ator, a ruptura da atuação e efeitos de distanciamento, como ação dialética que busca abrir espaço para questionamentos e debates sobre os inúmeros problemas ainda enfrentados pelas mulheres na sociedade contemporânea.



Com a mostra da peça buscamos estimular a reflexão em busca da Praxis Transformadora, que é simbolizada com a personagem Raimunda, que nunca entendeu a mulher como sexo frágil e representa a resistência e conscientização da mulher que busca a transformação da realidade opressora.

Fotos da temporada no Teatro Gamboa Nova - Novembro de 2008

Fontes das fotos: Arquivo Trapos e Cia.

Vídeo Youtube: http://www.youtube.com/watch?v=3iBijGmx3L0

http://www.agendacultural.ba.gov.br/2009/10/08/lavando-a-roupa-suja-4

https://espacoxisto.wordpress.com/2009/10/09/lavando-a-roupa-suja/



Informações divulgadas neste blog por:

Solange Simões

Produtora do espetáculo.

ESPETÁCULO OS FIOS DA HISTORIA -2000 a 2003


Os Fios da História começa num lugar imaginário, numa gruta onde vivem as Aranhas Cor de Rosa, nela as Aranhas guardam com muito carinho a "Célula da Renovação", que possui uma energia positiva .  



A gruta está situada na Floresta da Alegria, nela vivem felizes e em harmonia com a natureza duas crianças: a sensível Sabrina e o Corajoso Vitor e os pais de ambos. Porém, a felicidade  desse lugar é quebrada, uma misteriosa moradora da floresta ao lado a Bruxa Má Má, moradora da Floresta da Tristeza, infeliz, invejosa e confusa, desejando a felicidade só para ela, resolve invadir a Floresta da Alegria para roubar a Célula. 
Só que a infeliz Bruxa não encontra a felicidade, ela além de continuar infeliz e como castigo as Aranhas Cor de Rosa ficam presas nas suas mãos.    



Irritada com as Aranhas sempre otimistas, movida pela cegueira do egoísmo, a Bruxa desorientada pelo seu Caldeirão, resolve encontrar a felicidade a todo custo, mesmo passando por cima da felicidade dos outros.... 

 Assim, causa o maior desequilíbrio na Floresta da Alegria e em seus moradores...


Mas no final da história com ajuda das forças ocultas da natureza, do Sábio Teceu, que guia e orienta as crianças e o instinto preciso do Raposão (um lobo guará), unidos para reequilibrar a natureza, fazem a Bruxa perceber que.... 




NÃO SE ENCONTRA A FELICIDADE ROUBANDO A DO PRÓXIMO, QUE SUA INFELICIDADE É FRUTO DO SEU EGOÍSMO. 


Texto  e Concepção do espetáculo  
Solange Simões


A peça Teatral os Fios da História fala da transformação Humana. 






Elenco

Sábio Teceu - Antonio Soares e Caldeirão 
Bruxa Má Má - Vilma Vigas
Caldeirão - Vinicio Nascimento

Vitor - Paulo Nery
Sabrina - Dalila Leal

Aranhas Cor de Rosa - Camila Gonçalves e Daiane Gonçalves


Raposão - Than Galdino

Realização: Grupo Trapos e Cia.
Direção: Luís Bandeira e Solange Simões
Equipe de Produção: Antonio Soares, Silvia Simone, Solange Simões e Than Galdino



Bruxa Má Má e o companheiro Caldeirão









Temporadas das Exibições 2001 a 2003


ANO 2003 - Teatro Dias Gomes
Secretaria Municipal de Educação e Cultura


Escola Panaméricana

ANO 2002 - Teatro Gamboa
Teatro Miguel Santana

ANO 2001 -  Estreia Teatro SESC/SENAC PELOURINHO








DIVULGAÇÃO NA MÍDIA




Pais Nosso

 

Comédia aborda temas cotidianos de forma bem humoradas

Cena Nato Matos

Direção e atuação: Antonio Soares, Nato Matos e Paulo Nery


cena Antonio Soares


Cenário: Denissena Fóssil 
Figurinos e adereços: Natos Matos
Iluminação: Vinício Nascimento 
Operação de Som: Camila Gonçalves
Trilha Sonora: Antonio Soares, Nato Matos e Paulo Nery
Produção: Grupo Trapos e Cia. 
Fotografia: Carol Garcia

Apresentação: Teatro Gregório de Matos
2007

TEATRO - EMPRESA







Nova Temporada 2019

O Grupo Trapos e Cia. apresenta a comédia Auto da Barca do Inferno , com exibições dias 10,11,17 e 18 de maio de 2019 , sextas e sábados, à...